Doce, meu bem meu mal

Gosto muito de doces, na verdade gosto mais do que salgados. Ok, sou apaixonada por eles, admito. Mas doce é algo que devemos controlar, e vi que esse é meu ponto fraco na vida.

E não é exagero dizer que me acabo por um deles, várias vezes pus quase tudo a perder por me privar demais e depois exagerar. Por isso o segredo, como em todas as outras coisas é: dosear. Ter limite, saber que são calorias vazias e que não geram nada além de uma pequena saciedade e prazer momentaneo. Claro, posteriormente vem as gordurinhas acumuladas e o peso a mais na balança.

Não vivo sem, pelo menos por enquanto. É uma coisa que gosto e não pretendo excluí-los do meu cardápio. Sim, muita gente o faz, e se dá bem assim, mas cada um com seu perfil e metabolismo. Cabe a nós decidirmos se nos cai bem ou não fazer tal exclusão.

Sou super feliz com um docinho por dia, seja um pedacinho de chocolate, um picolé, algumas cerejas em calda ou um sorvete pequeno, porém tudo tem o tal do limite. Quer seja dia de semana ou não, devemos ter sempre uma boa noção do que comer e não extrapolar. Escrevo isso porque sei que muitas meninas se culpam por amar doces e comê-los. Relaxem, esse é um mal comum, que pode ser bom pra você ou não. Sejamos críticos para discutir a função dessa glicose toda em nossa vida e capazes a aceita-la caso nos deixe ‘pra cima’.

Viver é tudo, viver é bom demais para ser disperdiçado com crises de gula, e choros em cima da balança. Viver é bom demais para se negar um docinho por medo de engordar toneladas. Coerência galera, às vezes é isso que nos faz falta.

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