A psicologia do emagrecimento

MEDO DA FOME

Fome é uma sensação indispensável à vida. Habitualmente quem precisa emagrecer tem medo de sentir fome e até come demais para evitar essa sensação. FOME NÃO É CATASTROFE. Para saber como enfrentá-la precisamos identificá-la e torná-la previsível .
NÃO TENHA MEDO DA FOME. Se quiser emagrecer tem que permitir que ela apareça e que tem que aprender a enfrentá-la. Não é um bicho de sete cabeças.
Você pode acostumar-se a sentir fome nas mesmas horas, tornando tais momentos previsíveis, estabele-cendo horários aproximados para suas refeições. Exemplo, café da manhã das 7:00 às 8:00 horas; lanche das 10:00 às 10,:0 horas, almoço das 12:30 às 13:00 e assim por diante. Não deixe intervalos maiores que 3 horas e meia entre as refeições.

QUANDO A FOME APARECE

Não tenha medo. “Ela” aparece e você irá verificar que ela não matará ninguém. Você irá saciá-la com o alimento pertinente, que você planejou antes e ingerida lenta e prazerosamente . Viu? Ela se foi !

PRAZER NA ALIMENTAÇÃO

Quem quer emagrecer TEM que fazê-lo prazerosamente. O objetivo é emagrecer e permanecer magro, o que requer mudança de hábito alimentar para toda a vida.

UM COMPORTAMENTO SÓ SE TORNA UM HÁBITO SE FOR AGRADAVEL, PRAZEROSO.

Lembre-se, você não faz dieta para perder algum peso por alguns meses! Faz uma reorientação alimentar para o resto da vida! Ela TEM que lhe dar prazer.
Mas vamos entender bem: O PRAZER É DEFINIDO PELO TEMPO em que a comida saborosa, colocada em pequenos bocados à boca, permanece em contato com a papila gustativa. É A QUALIDADE E NÃO A QUANTIDADE QUE DEFINE O PRAZER.

VOCÊ VAI COMER O NECESSÁRIO E SUFICIENTE PARA SACIAR A FOME

Existem maneiras de fazer com que menos alimento resulte em mais prazer e em saciedade. Quando você come ansiosa, nervosa, preocupada, não está comendo por prazer, mas para aliviar a tensão.
Quando você condiciona o comer a um estímulo interno do organismo o ato de comer voltará a ser regido dentro de um continuo fome – saciedade. Você seguirá as instruções e fará o controle do estímulo.
O objetivo do controle do estímulo é fazer com que apenas a fome regule o seu comer. Os outros estímulos (ansiedade, tensão, depressão, hábitos errôneos) serão isolados e tratados separadamente.

FOME RESOLVE-SE COM COMIDA. Ansiedade, ócio, preocupação, tristeza etc. NÃO!

 

Vamos propor outras soluções para emoções negativas!

COMA SE TIVER FOME! NÃO COMA SE ESTIVER ANSIOSA!

E A ANSIEDADE?

Esse VILÃO deverá ser identificado, o que é feito individualmente, e RECEBERÁ “TRATAMENTO ESPECIAL”. Só posso adiantar que ele não poderá receber comido…
Cada pessoa tem tipos diferentes de situações que provocam ansiedade e estabelece um tipo particular de conexão ansiedade – comida. Esta ligação deverá ser desfeita!

COMER COMPULSIVO

Muitas pessoas sabotam a própria dieta! Mesmo aquelas personalizadas, saborosas e adaptadas a seu estilo de vida e necessidades! Ia tudo bem! Aí vem um ataque de comer e… adeus dieta ! UM AUTÊNTICO ASSALTO Á GELADEIRA! Muita comida é ingerida em pouco tempo, na maioria das vezes sem prazer algum, movidas pela ANSIEDADE! Identificar os primeiros indícios do impulso de comer e EVITÁ-LO deverá ser um dos objetivos principais da abordagem psicológica!

VOCÊ QUER MESMO EMAGRECER?

Muitas pessoas tem um “beneficio” mantendo-se gordas e, o que é pior, não tem consciência disso! Querem e não querem emagrecer ao mesmo tempo!
Alguns justificam outros problemas seus mantendo-se gordos. Pessoas tímidas, com dificuldade de relacionamento social, pessoal, pessoas que não se relacionam com o sexo oposto, que tem dificuldades sexuais podem “esconder-se” atrás da obesidade, erguendo uma autêntica barreira entre elas e o mundo. Se estes e outros fatores que mantém uma obesidade não forem tratados o candidato a emagrecimento mais cedo ou mais tarde inviabilizará seus mais sinceros propósitos!

O CÍRCULO VICIOSO

Engordando ou mantendo-se gorda a pessoa restringe outros prazeres. Evita reuniões sociais, contatos, situações de afeto, esportes, vida sexual etc.
Sabe o que acontece? A comida cresce como principal e talvez única fonte de gratificação. A pessoa engorda mais, fecha-se mais na comida e está formado o círculo vicioso.

 

FONTE: http://www.tommaso.psc.br

Melhore suua perda de peso:

A maioria das pessoas sentem dificuldades para emagrecer. Quando questionadas sobre o possível causa desta dificuldade, escutamos muitos motivos mas, muitas vezes, a pessoa não sabe dizer um motivo que possa estar dificultando a perda de peso.
Sugerimos algumas técnicas para que haja um melhor controle do que é consumido e, com isto, aumentar a possibilidade de sucesso no plano alimentar.

Controle de Ingestão
Basea-se no registro da quantidade, qualidade, local e horário de cada uma das refeições. Além disso, os sentimento e as situações nas quais a ingestão alimentar o ocorre.
A grande vantagem desta técnica é permitir um conhecimento detalhado dos hábitos alimentares e dos pensamentos e sentimentos disfuncionais do paciente.
Controle do ato de comer
Consistem em algumas técnicas que levam a diminuição da velocidade de ingestão alimentar.
Alguns exemplos desta técnica:
– descansar o talher entre uma garfada e outra;
– fazer as refeições em um só local da casa;
– fazer refeições em companhia de alguém.
São bastante úteis para melhorar a mastigação e diminuir o consumo de alimentos.
Reestruturação Cognitiva
Aplica-se em pacientes com determinados pensamentos disfuncionais e consiste na argumentação em relação a estes pensamentos.
Alguns exemplos desta técnica:
– “Todos na minha família são obesos, portanto eu não vou emagrecer”. Argumento possível: “Será mais difícil emagrecer mas não impossível”
Esta técnica é aplicada individualmente por profissionais experientes. É muito utilizado em pacientes obesos com características específicas.

Através destas técnicas, a pessoa pode aprender um pouco mais sobre si e sua alimentação. Além disto, algumas técnicas ensinam como lidar com diversas situações, diminuindo o risco de acontecer um deslize ou podem trabalhar com melhoras comportamentais importantes. Experimente!!!

Fonte: Magra Emergente.com

Você é e será o que você come

Não, não é força de expressão. Absolutamente tudo que você consome influencia sua saúde e aparência. Se a alimentação não anda lá muito equilibrada, vale repensar agora o cardápio diário. Sempre é tempo de mudar os hábitos para viver mais e melhor:

Cada uma de nossas células exige suprimento constante para funcionar com perfeição. Se nutridas corretamente, elas mantêm o corpo a todo vapor. “No entanto, ingerir em excesso açúcar, gordura e produtos ricos em corantes e conservantes leva ao acúmulo de toxinas, o que prejudica o organismo e causa doenças como diabetes e obesidade”, afirma a nutricionista Lara Natacci, de São Paulo.

Evite dietas restritivas, que alteram o metabolismo, fazendo o corpo diminuir o gasto energético para se adaptar à menor oferta de comida. Além disso, quem só se preocupa em contar calorias pode acabar comendo mal e colocando a saúde em risco. “A pessoa até vê o corpo mais magro no espelho, mas nota que o cabelo e a pele estão sem viço. Gripes e outras doenças também se tornam constantes”, completa Ruth Clapauch, vicepresidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), no Rio de Janeiro.

Controle necessário! O sal é um bom exemplo disso: abusar dele no jantar é suficiente para nos fazer acordar no dia seguinte inchadas. “A médio prazo, esse mau hábito causa hipertensão e favorece a eliminação de cálcio pela urina – o que, mais tarde, pode resultar em cálculo renal”, diz a nutricionista Flávia Bulgarelli, de São Paulo. Mas a solução não é cortar o tempero da sua vida. Afinal, sal contém cloro, iodo e sódio, que evitam o acúmulo de gordura e melhoram a digestão, além de auxiliar as células a absorver os nutrientes e equilibrar os níveis de fluidos corporais. “Limite o consumo de sal a 6 gramas por dia. Na prática, use 1 colher (chá) rasa no preparo da comida e verifique no rótulo dos pratos prontos se o produto traz, no máximo, 80 miligramas de sal a cada 100 gramas do alimento.”

Para tirar a prova de que está no caminho certo, faça um diário alimentar: anote tudo o que comeu, o que estava fazendo naquele momento e o que sentiu. Mas tudo mesmo, inclusive a mordida no sanduíche da amiga ou a colherada na papinha do filho. “Assim você identifica os erros, define objetivos e aprende a fazer boas escolhas. E isso é essencial, já que grande parte do consumo de alimentos não saudáveis é uma reação descuidada e pouco tem a ver com a fome”, diz a nutricionista Gillian McKeith, autora de A Dieta Definitiva – Você É o Que Você Come (Ed. Alegro). Depois de uma semana, leia o diário e faça os ajustes para esbanjar saúde, energia e beleza em todas as fases da vida.

Fonte: Revista Cláudia