Antes e depois: reflita!

Personal trainer americano Drew Manning, de 30 anos, os últimos cinco meses foram, como ele mesmo classificou, divertidos “como um dia de Natal”.
Isso porque ele acaba de concluir a etapa inicial de um desafio curioso: engordar muitos quilos para depois emagrecer e entender melhor o que se passa no corpo, na cabeça e na rotina de um obeso.
O plano é usar o conhecimento adquirido para ajudar mais e melhor os gordinhos que desejam perderem peso, contou ele ao jornal Daily Mail.
Manning, que começou seu projeto pesando 87 quilos, o criou um blog no qual está documentando todo o processo de engorda e onde pretende dividir com seus leitores todos os desafios enfrentados para voltar à antiga forma. O plano inicial era engordar entre 22kg e 27kg em seis meses, mas um mês antes de terminar o período de farra alimentar e total inatividade física ele já engordou 32kg e está pesando 119 – ele mede 1m87cm.

Entre as mudanças físicas experimentadas pelo novo gordinho estão 33 centímetros a mais na cintura e outros 28 no quadril. Manning relata que desenvolveu mamas e se sente cansado ao realizar atividades simples como subir alguns lances de escada ou caminhar trajetos curtos.


Antes
Depois

Fontes: IG e Truta da Net

Do que eu gosto:

IMG 6166 NKOTB: Gal Meets Glam

Onça, salto, dourado..

noeud pap bleu

 

Gravata borboleta, cor azul royal…

 Hurricane Irene Accessories & Bag Texting

Calça colorida, cor azul turquesa..

0911 VO WELL93 03 162111240479 1024x682 Kate M., The First

Rosas brancas…

gucci tumblr veruschka rome 1971 695x1024 Friday Randoms

Elegância, cães…

chioma nnadi 5 days 013 121142615604 682x1024 Vogues 5x5x1

Chapéu, jeans, poá..

26 gg premiere 684x1024 Dispatch: Gossip Girl

Poá…

 Nightgown/Daygown

Cabelos ondulados…

 The Talented Miss Palermo

Óculos em degradê, cabelos castanhos… Summer Looks: Variation on a ThemeÓculos marrons, sapatos marrons, bolsa prática e cabelo basicão…

glass
 
Taças, cristais…
5542192195 66e54cdde9 Bright Mango

Calça vermelha, calça de cintura alta..


É primavera, te amo!

Perdoem a ausencia meu queridos leitores, fim de ano é sempre mais corrido, e quando se está no ultimo ano da faculdade fica ainda mais complicado ter algum tempo livre em que você não queira apenas dormir…

Vamos começar falando de dieta, claro! Bem, como havia engordado horrores em apenas um mês, tive que dar uma seguradinha no cardápio. Mentira que deixei de comer batata frita, e muito menos deixei de comer chocolate. Mas reduzi a frequência com que como esses pecados, e também dimiui a quantidade. Diminui os demais doces, estou tomando muito mais água – o que está fazendo um bem danado pra minha pele, cabelos e cintura – e voltei para minhas amadas fibras. Sim, eu amo elas! Meu intestino agradece, meu cérebro (já que ele pensa sempre que ainda tem comida aqui dentro e me dá a sensação de saciedade) e meu estomago, que fica cheio por mais tempo.

Estou animadíssima com a primavera, adoro esse clima. Muitas flores, muitas estampas charmosas enfeitam os vestidinhos, é uma estação do ano que me deixa naturalmente alegre – mesmo sem motivo aparente.

Me joguei nas cores, adorei as combinações de moda que ornam laranja com azul royal, onça com vermelho e saias longas (isso não curto muito usar, mas é bonito), além do que comprei uma calça maravilinda vermelho – cereja. Abafarei nesse verão…hahaha. Modesta benhê!

E é isso, muito estudo, muito apavoramento, muito pó de guaraná e mais tarde um sono de beleza. Às vezes um sacrifício vale a pena quando se quer algo grande, como dizia minha tia: ”Tudo tem um preço”. Pagarei então.

Beijo me liga…

 

Você come mais a noite?

SHUTTERSTOCKA Síndrome do Comer Noturno (SCN) é caracterizada pela ingestão de alimentos predominantemente à noite, acompanhada de insônia e falta de fome durante o dia. É comum entre os pacientes acordar no meio da noite para se alimentar, consciente ou inconscientemente. Entretanto, alguém que ingere a maior parte das calorias diárias antes de deitar, e não acorda durante a noite, também pode ter o transtorno.

Esse comportamento acarreta em alterações nas secreções endócrinas, como a melatonina (neuro-hormônio que regula o sono), contribuindo para manter a insônia e o humor deprimido. Além disso, “os níveis de leptina, uma proteína que suprime o apetite, ficam mais baixos, o que faz com que ela não contenha os impulsos de fome e resulta na interrupção do sono”, explica Ana Paula Pereira, nutricionista do Hospital Samaritano do Rio de Janeiro.

O transtorno é associado à obesidade, diabetes tipo II e à pobre qualidade de vida. Pessoas com doenças psiquiátricas, como a depressão, que usam antipsicóticos ou são adeptas de dietas muito restritivas, também podem desenvolver SCN. Contudo, “não há nada descrito sobre tendência genética no aparecimento dos sintomas”, afirma Walmir Coutinho, responsável pelo laboratório de transtornos alimentares da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

 

Tratamento

Não existe um tratamento específico no caso de SCN. Entretanto, alternativas multidisciplinares combinando um plano alimentar com terapia cognitivo comportamental – e em alguns casos medicação para diminuir a compulsão e tratar a insônia – podem dar bons resultados. Já o nutricionista participa do processo planejando as refeições para que o paciente consuma uma dieta adequada e monitorando o seu balanço energético.

 

Para se prevenir

Comer adequadamente durante as refeições diurnas, fazer atividades físicas regularmente e ter hábitos saudáveis são costumes fundamentais. Mas ainda é necessário tomar cuidado na hora de fazer dietas, principalmente as restritivas. “Procure um endocrinologista para fazer o acompanhamento da alimentação e do emagrecimento de forma correta e sem riscos”, recomenda Coutinho.

Fonte: Revista Viva Saúde

Liberte-se!

As vezes eu queria que tudo fosse mais fácil, mais simples e prático. Mas também penso que na maioria das vezes  eu que acabo exagerando na gravidade das coisas…que tudo pode ser menos ao invés de mais. Sabe quando você olha a vida de outra pessoa, e parece que a dela é mais fácil que a sua, quando você quase deseja trocar de vida, mas se dá conta rapidinho que não vale a pena…e que pode até parecer mais fácil estar na pele dela, mas só ela sabe o que se passa realmente lá dentro.

Existe um medo de decepcionar as pessoas dentro da gente. Eu respeito aqueles que demonstram sua revolta através das roupas  cortes de cabelo e postura, é uma forma de dizer a seus pais, a sociedade, que estão acima de tudo isso que todos pregam como correto….queria também ter coragem pra isso, não exatamente assim, porque acho que isso chama muito a atenção pra gente – e sempre fui discreta quanto a aparência – mas sabe, dar um basta. Decidir viver por mim mesma, parar de ser controlada. Quero o controle da minha vida nas minhas mãos! Sei bem o que fazer dela, juro. Sei o certo e errado (pelo menos segundo a bíblia e a sociedade), e tenho meus próprios gostos, preferências. Quero ser responsável por minhas escolhas, acho que já tenho capacidade de decidir o sabor do meu sorvete sozinha né.

Não gosto mais de babadinhos, rendinhas, frufrus que toda mãe gosta de nos vestir. Não gosto só de bege, marron e azul escuro, não quero usar sandalhinha baixinha, viver de cabelo preso e usar só baton como maquiagem. Brinquinhos pequenos, unhas clarinhas, cabelos compridos sem corte, anel só no dedo do meio. Impressão minha ou essa pessoa parece ter parado no tempo, será que se perdeu na sua infância? Minha força de dentro me empurra pra uma vida nova, ruas novas, bons vinhos, um grande amor pra casar. Minha vida é tão mais que isso, mas porque sempre sinto como se algo me segurasse, me prendesse…e que me coloca pra baixo e não deixa minhas esperanças crescerem?

Cabe a nós sermos responsáveis por nossas escolhas, sair das assas do papai, sair da barra da saia da mamãe. Triste, mas um dia eles se vão, e o que vai restar…de você? Vejo tantas garotas que em algum momento da suas vidas se perderam e foram pra casa da mãe quando já tinha idade para casar, ou para serem independente e bem sucedidas, mas regrediram, e ao invés dos pais cuidarem um do outro, elas é que cuidam deles e esquecem de si mesmas. Penso que os filhos uma vez bem criados, podem e devem decidir por si só o que fazer da vida, o que estudar, quem amar, como viver e criar seus filhos. Não se amarre a sua família como se nada mais existisse, ela faz parte de você, mas não é você e você não precisa ser ela. Ame-a, mas não seja oprimida.

Meu conselho: liberte-se!

Cria vergonha, sua gorda!

Ah..fala a verdade. Porque você está gorda assim? Sério, me responda apenas essa pergunta. Todos sabem que esse blog é um blog meio natureba, tenta ser light de vez em quando e no nada brotam frases inspiradoras…mas sinceramente, se você está circulando por aqui deve ser porque se preocupa com seu peso, sua saúde, ou seja, com sua qualidade de vida. Este post é para confrontamento, estou confrontando a mim mesma, estou confrontando – e enfrentando – você!

Hoje me peguei dizendo a seguinte frase (disse isso logo após ouvir que uma mulher com mais de quarenta anos perdeu 33 kg em 2 mêses – caso verídico mulherada, um caso de superação): ”A quanto tempo eu estou tentando perder os 5 kg que engordei heim…?”

Nesse programa de tv onde vi essa história a família toda era obesa e emagreceu apenas com atividade física e mudança dos hábitos alimentares…mas espera, APENAS não. Teve nisso tudo muita coragem, ânimo, força de vontade e literalmente uma virada. Porque esse negócio de mudar aos poucos pra mim não funciona muito bem não, assim, se realmente estou querendo perder peso preciso me conscientizar de que vai demorar um certo tempo e que não posso comer como antes. Preciso mudar! E se você aí também quer emagrecer, me desculpe, mas se não teve resultados até agora é porque alguma coisa anda muito errada. Tirando fora os hipotireoidismos, uso de corticóides e alguns antidepressivos – e outras doenças que causam aumento de peso, não existe porque não emagrecer.

Somos capazes disso. Mas sabe aonde está sua dificuldade? Não está nos doces ou batatas fritas, e muito menos na ‘hidra’ que existe dentro do seu estômago, mas está na sua cabeça. Está nessa cachola que tem medo de passar fome (por isso come por hoje e por amanhã também), está nesse pensamento de que nunca vai dar certo, ou de que você nunca vai conseguir manter-se magra, está nesse pessimismo, nessa ansiedade sem lógica, está dentro de você.

Mas não precisa mais ser assim, você é uma mulher ou um saco de batatas?

Você sabe aonde se perdeu, sabe também como voltar. Se não sabe, está mais que na hora de criar vergonha na cara e dar início a essa caminhada feliz.

Não estou me comprometendo com o blog, ou com vocês, mas com aquela que se vê gorda no espelho todos os dias, aquela que sofre pra fechar as calças, aquela que ama sorvete mas que ama mais a si mesma.

EU ME AMO, E SIM, ME AMO MUITO MAIS QUANDO ESTOU NO PESO CORRETO, QUANDO MAIS MAGRA. DESCULPE BALANÇA, DESCULPE AÇÚCARES E FRITURAS: FUI SER FELIZ E NÃO VOLTO!  (Dá-lhe Caio F. Abreu)

Parando!

To parando com as reclamações, com as frustrações, desilusões, más recordações…to levando em conta só o que me aparece de bom. Sinceramente, já perdi muito tempo falando, dando desculpas, adiando essa vida.

Para ser mais exata, to colocando tudo em prática. Alguém já te disse que o ano ta acabando maluco? Éééééé…então vamos acordar pra vida que ainda dá tempo. Claro que isso que estou escrevendo não percebi de uma hora para outra, foram precisos vários puxões de orelha.

Nada de trabalhos atrasados, reuniões por fazer, se dá pra resolver tudo agora, pra quê ficar adiando…só dá mais dor de cabeça!

Por isso resolva tudo logo, tome decisões, tome um rumo nessa vida de cachorro(hahaha… vida boa tem a Nina, oh vida de cachorro boa heim).

Parei de reclamar da cor do meu cabelo. Caramba, se ta ruim porque eu não mudo logo? Mas andei vendo umas fotos minhas aí e percebi que ele não é tão feio assim, na verdade é bonito, é um castanho legal, natural…o problema é que eu só olhava o cabelo dos outros, e uma hora  percebi que não quero luzes escorridas nele e nem ficar parecendo com todo mundo.

Se você curte, beleza campeão. Agora, eu vivia numa batalha psicológica, que falta de aceitação mais besta. To bem assim, só mudei um pouco o corte e pronto, novinha em folha.

Não preciso de terapia nenhuma, nem psicólogo, apenas uma graninha pra gastar em sapatos, uma maquiagem na cara pra parecer mais bonita e a casa limpa (não é uma mania, e sim uma necessidade!). E acrescento à lista anterior ‘um beijo de boa noite do meu amor’!

Ou a gente se renova, ou vai ficando velho pra sempre – e eu odeio ficar velha!

Beijocas ^^

 

 

Olha a história de gordo:

gordo-tra

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Durante a Segunda Guerra Mundial, o pesquisador Ancel Keys, da Universidade de Minnesota, realizou um experimento que se tornaria um clássico. Pretendia responder a uma questão simples: o que aconteceria se homens jovens e saudáveis perdessem muito peso em pouco tempo? Keys selecionou 36 rapazes de peso normal e saúde perfeita, na idade do serviço militar. Quando a dieta começou, eles passaram a comer metade das calorias que ingeriam normalmente. Além disso, caminhavam 35 quilômetros por semana. Em seis meses, haviam perdido 25% do peso. Liberados da dieta, passaram os três meses seguintes comendo alucinadamente. Recuperaram todo o peso perdido ou ficaram gordos. Durante a dieta, os rapazes ficaram obcecados pelo tema “comida”. Não pensavam em outra coisa. Keys observou que eles perderam o interesse até mesmo por sexo. Um dos voluntários foi encontrado vasculhando uma lata de lixo. Os garotos, que antes da experiência eram emocionalmente saudáveis, começaram a sofrer de depressão e irritabilidade. O metabolismo deles passou a funcionar lentamente. A temperatura corporal despencou, a frequência cardíaca idem. Em suma: o corpo fazia de tudo para conservar as calorias disponíveis.

Quando a dieta chegou ao fim, os rapazes estavam encrencados. As refeições habituais deixaram de ser suficientes. Ingeriam alimentos muito mais calóricos e, ainda assim, se diziam insatisfeitos. Apenas uma hora depois de ter feito uma refeição de 5.000 calorias, começavam a beliscar. Alguns passaram a consumir 10.000 calorias por dia.

Nas décadas seguintes, os cientistas perceberam que é exatamente isso o que acontece com os obesos que perdem muito peso de repente. O emagrecimento só é duradouro se for gradativo e acompanhado de reeducação alimentar. Caso não possam mais tomar remédios para emagrecer, é fundamental que os gordinhos e os obesos redobrem a atenção sobre o que colocam no prato.

Fonte: Revista Época

Casais que falam como bebê são mais felizes

Doxinho de coco!Ô, delixinha minha, toisinha mais totosa do mundo! É, voxêêê, voxê meeesmo, meu bebezinho. Vem cá com o seu amorzinho! Vamos ver um filmezinho hoje? Fofurinha! (Bilú, bilú.)

Sabe aqueles casais insuportáveis que falam desse jeito? Eles são mais felizes. Insuportavelmente mais felizes.

Em uma pesquisa feita nos EUA, 75% dos participantes assumiu usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os pesquisadores, os casais que falavam nesse tatibitati para adultos demonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada.

A justificativa é que, ao abandonar o papel de “adulto normal”, assumindo seu lado bobão e romântico sem economia, a pessoa se permite criar um nível de intimidade mais elevado com a cara-metade. E isso, é claro, favorece o relacionamento.

Alguém comprova? Quem aí curte ser tratado como criancinha pelo amorzinho? Ah, que fofinho.

Fonte: Revista Superinteressante

7 dicas científicas para ter um casamento feliz

Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.

Diga sempre “nós”, nunca “eu”.
Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.

Sendo mulher, escolha um cara rico.
Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.

Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você.
Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.

Fuja das mulheres que têm pais divorciados.
O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.

Seja companheiro, mas nem tanto.
Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.

Invista em pretendentes com boa autoestima.
Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.

E finalmente: não tenha filhos.
Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram.

Fonte: Revista superinteressante