Homeopatia

“A Homeopatia repousa unicamente sobre a experiência.

Imitai-me, mas imitai-me bem e vereis a cada passo a confirmação de minha afirmativa.”

 

Christian Friedrich Samuel Hahnemann

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15 Dicas para não engordar nas festas de fim de ano!

Inove sua ceia neste natal

1 Faça primeiramente o planejamento de seu cardápio, escolha preparações leves e sem muita gordura, em seguida faça uma lista de compras. Com esta atitude, você não sairá pegando tudo o que encontrar no supermercado.

2 Entre as opções de carnes, prefira os assados ou grelhados e retire a pele. Opte pelas carnes magras, como peru ou outras aves ou até peixe assado. Tender e pernil são carnes que contém mais gordura e colesterol.

3 Faça todas as refeições do dia. Se você ficar muito tempo sem comer ficará com fome na hora da ceia e aí o abuso é inevitável. Não deixe de se alimentar durante o dia, pensando em extrapolar na ceia.

4 Não belisque os alimentos ou beba drinks enquanto prepara a ceia, pois serão calorias a mais.

5 Beba bastante líquido durante o dia, assim você estará se hidratando.

6 Na hora da ceia, em primeiro lugar faça um prato de salada. Coma à vontade. As fibras das hortaliças trazem saciedade.

7 Não repita a refeição. Um prato que contém verduras, legumes, cereais, carnes, é suficiente.

8 Se você é uma daquelas pessoas que não abre mão de comer uma carne mais gordurosa (tender, leitão, pernil), o ideal é combinar o prato com acompanhamentos menos gordurosos como arroz com legumes, salpicão light, batatas cozidas ou assadas, saladas cruas, legumes cozidos. Evite combinar carnes gordas com maionese, farofa de ovos ou miúdos, torta de massa podre, para que o seu prato não fique ainda mais calórico.

9 Evite os molhos à base de maionese, dê preferência para os feitos com iogurte, limão ou os chutney (molhos à base de frutas).

10 Abuse dos temperos naturais: ervas aromáticas, cebola, alho, tomate, pimentão, pimenta.

11 Cuidado com as frutas oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, avelãs) como aperitivo ou acrescentadas em preparações, pois fornecem muitas calorias, apesar de conterem nutrientes funcionais em sua composição.

12 Prefira as frutas frescas, da época, fresquinhas e docinhas, são uma delícia! Entre as frutas secas, o damasco é a fruta menos calórica.

13 As sobremesas! Isso não pode faltar, não é mesmo? Pode consumir sim, desde que faça a escolha certa e sempre com moderação. Se você optou pelas carnes gordas, vá com calma na hora da sobremesa, prefira doces e sorvetes de frutas. Doces com ovos, manteiga, creme de leite ou leite condensado, podem ser consumidos por quem optou por pratos mais leves, como carnes magras e saladas. Mas de forma geral, prefira as sobremesas que possuem menos cremes como chantilly ou massas podres que contem muita gordura. Sorvetes, mousses e gelatinas de frutas são boas sugestões.

14 Atenção para a bebida alcoólica! O álcool tem 7 kcal por grama. Quanto maior o teor alcoólico, maior as calorias da bebida. O vinho e o champagne são ótimas pedidas, o champagne por ser uma das bebidas alcoólicas menos calóricas e o vinho por ter propriedades saudáveis em sua composição. Mas o conselho de sempre, manere na quantidade.

15 Não abandone os exercícios físicos, procure se exercitar todos os dias, se não for possível ir a academia, faça caminhadas, ajude os seus familiares nos preparativos para as festas, enfim mexa-se!

Fonte:Cyber Diet

Antes e depois: reflita!

Personal trainer americano Drew Manning, de 30 anos, os últimos cinco meses foram, como ele mesmo classificou, divertidos “como um dia de Natal”.
Isso porque ele acaba de concluir a etapa inicial de um desafio curioso: engordar muitos quilos para depois emagrecer e entender melhor o que se passa no corpo, na cabeça e na rotina de um obeso.
O plano é usar o conhecimento adquirido para ajudar mais e melhor os gordinhos que desejam perderem peso, contou ele ao jornal Daily Mail.
Manning, que começou seu projeto pesando 87 quilos, o criou um blog no qual está documentando todo o processo de engorda e onde pretende dividir com seus leitores todos os desafios enfrentados para voltar à antiga forma. O plano inicial era engordar entre 22kg e 27kg em seis meses, mas um mês antes de terminar o período de farra alimentar e total inatividade física ele já engordou 32kg e está pesando 119 – ele mede 1m87cm.

Entre as mudanças físicas experimentadas pelo novo gordinho estão 33 centímetros a mais na cintura e outros 28 no quadril. Manning relata que desenvolveu mamas e se sente cansado ao realizar atividades simples como subir alguns lances de escada ou caminhar trajetos curtos.


Antes
Depois

Fontes: IG e Truta da Net

Dourado pode!!!

Seja em tecidos, estampas ou aplicações, o dourado promete brilhar neste verão. A tendência metalizada, muito bem apresentada na semana de moda de Milão, promete ser hit da estação e aparece tanto para a noite como para o dia. Entre algumas marcas, destaque para Gucci, Roberto Cavali, Moschino, Byblos e Just Cavalli.


Você pode optar pelo dourado brilhante, o fosco ou até mesmo pontos de destaque com esse tom no seu visual, todos ficarão ótimos! Caso queira ousar com um look total gold, lembre-se que a cor chama bastante atenção então prefira cortes retos e sem muito volume.

Para não errar na mão a dica é começar pelo acessórios,  jóias, clutches, sandálias e cintos são uma boa opção. Aproveite ainda a maquiagem, ela pode dar um brilho extra ao seu look! E se você está em dúvida se deve ou não comprar aquele casaquinho dourado, pode ir fundo, a tendência promete perdurar pelo inverno também…

Giuseppe zanotti gold

Fonte: Toda Vaidosa

Fome!

escolhas inteligentes‘Fome todas temos, mas a diferença é que algumas – as magras por determinação e não por natureza – escolhem melhor o que comer nessas horas.”

Mayara.

Bla bla bla da dieta da blogueira

Pois é, os dias estão voando e a gente engordando, certo? Jamais!

Estação gostosa, muitas flores por aí, perfumes, cores. Falando em cores, estou toda animadinha com as cores da primavera / verão. As que já subiram à cabeça são: azul royal, vermelho cereja e laranja. Essas estão em calças, sapatilhas e batons meus.

Além das flores, é claro. Muito charmosa esta estação do ano. E tem mais coisa que nossa blogueira quer: um cinto dourado. Vi muito dourado das coleções famosas por aí, desde shorts à sandalhinhas. E quero, e vou ter!

Sobre a balança, ela anda bem. Oscilando mais para cima que para baixo, tentando a cada dia me deixar mais frustrada. A alimentação está bacana também, apenas uma mudança que para mim é quase que radical: não como comida calórica a noite. Vou explicar como é o novo sistema.

Publicado em 03/08/2011

Estudo diz que dietas fazem células do cérebro se canibalizarem:
Um estudo publicado na revista científica Cell Metabolism pode ajudar a explicar por que é tão difícil seguir uma dieta de emagrecimento.
Segundo a pesquisa, quando se passa fome, os neurônios responsáveis por regular o apetite passam a comer partes deles mesmos.
Os cientistas acreditam que isso aconteceria porque após um período de jejum e o uso emergencial de reservas de gordura, o corpo receberia um sinal de que há uma falta de comida e faria com que as células se alimentassem delas mesmas.
Os experimentos realizados com camundongos em laboratório revelaram que o ato de “autocanibalismo” destas células gera a liberação de ácidos graxos, que por sua vez resulta em níveis mais altos de uma substância química no cérebro (a proteína agouti, AgRP) que estimula o apetite.
Um dos responsáveis pelo estudo, o pesquisador Rajat Singh, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, acredita que remédios que interfiram neste processo de autofagia das células do cérebro poderiam ajudar a tratar a obesidade, fazendo com que as pessoas sintam “menos fome e queimem mais gordura”.
Segundo ele, quando a autofagia foi bloqueada nos neurônios dos camundongos, os níveis de AgRP não se elevaram em resposta à fome e os níveis de outro hormônio, o hormônio estimulante dos melanócitos, permaneceram altos. Esta alteração na química do corpo levou os camundongos a ficarem mais magros, já que eles comiam menos após um período de jejum e gastavam mais energia.
Por outro lado, Singh explicou que níveis cronicamente altos de ácidos graxos na corrente sanguínea, como acontece em pessoas com dietas ricas em gordura, podem alterar o metabolismo dos lipídios, “criando um circulo vicioso de superalimentação e equilíbrio de energia alterado.”
O estudo também pode ajudar a explicar por que o apetite tende a diminuir com a idade, já que as células de um corpo mais idoso não conseguiriam realizar a autofagia tão bem.

Fonte: BBC Brasil
Leia notícia no site de origem:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/08/110803_dieta_canibalismo_is.shtml

Café da manhã normal, alguma coisinha lá pelas 10hs como uma maça por exemplo, almoço normal com carne, salada e algum carboidrato – se tiver batata frita eu como também =x, a tarde lá pelas 16hs melancia e às 18h ou 19hs alguma coisa que sustente, pode ser um pão com queijo e leite, ou algo do tipo, de preferência algo salgado. Apartir daí mais nada. No máximo uma fruta ou um leite desnatado quente. Lindo não?

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Lindo porquê? Porque a boneca que vos escreve jantava todo dia, comia lanche, batata frita, sorvete, e mais um monte de besteiras perto da hora de dormir. A noite era minha hora, meu conforto no seio dos lanchinhos. Aí juntava o filme e pronto, besteira formada.Quer dizer, gordura formada né.

Mas isso a-c-a-b-o-u! E quer saber? Me sinto tão bem. Durmo super bem, acordo as 6h da manhã super descansada, e até de bom homor.

Se foi fácil? Não. Nunca é fácil, mas fui mudando aos poucos. No primeiro dia foi uma tortura, uma fome arrebatadora, uma ilusão de fraquesa…um verdadeiro absurdo. Tudo mentira do meu corpo, parecia que o mundo ia acabar amanhã.

Isso durou uma semana mais ou menos, aí fim de semana janto normal, como carboidrato normal, até porque fim de semana a gente sai, namora e tals, e ninguém merece sair pra comer pizza e pedir salada.

Agora a coisa está indo bem, virou cotidiano. Aquele desespero por doces não vem mais a noite, de dia até ele aparece, mas logo sossega com um copo de água gelada (ou com um super pedaço de torta).

ps: hey, não faço dieta ou r.a. para ter ossinhos aparecendo, mas sim para entrar em minhas calças 40 e ficar contente, porque me acho bonita do jeito que eu sou.

Beijos e boa primavera todos!

May.

Beber café deixa a depressão longe!

Mulheres que bebem café são menos propensas a sofrerem de depressão:

Mulher tomando café

Pesquisa comprova que o consumo de 2 a 3 xícaras por dia fazem bem a saúde da mulher.

O café, a bebida preferida dos brasileiros no café da manhã e nos intervalos do expediente na empresa, segundo pesquisa, diminui a chance de mulheres sofrerem de depressão.

O estudo realizado pela Harvard Medical School revelou as mulheres que se elas beberem duas ou mais xícaras de café por dia serão menos propensar a sofrer de depressão. Mesmo com os efeitos não muito claros, os autores acreditam que a cafeína pode alterar a química do cérebro. O estudo ainda mostra que o café descafeinado não teria o mesmo efeito.

[mulher%2520bebendo%2520caf%25C3%25A9%25201%255B5%255D.jpg]A pesquisa foi realizada com 50 mil enfermeiras, que foram acompanhadas por uma equipe de especialistas do Harvard Medical School por uma década, entre 1996 e 2006.

Entre as pesquisadas, apenas 2,6 mil deram sinais de depressão ao longo deste período. E, destas, a maior parte consumia pouco café ou não tomava a bebida.

Comparadas com as mulheres que bebiam apenas um copo de café por semana ou até menos, aquelas que consumiam duas a três xícaras por dia tinham 15% a menos de chance de sofrer depressão. Aquela sque bebiam quatro ou mais xícaras por dia tinham 20% de chance a menos.
Fonte: Emex

Sibutramina: venda liberada!

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (4) manter a comercialização e o registro da sibutramina, um dos remédios mais vendidos que atuam na redução do apetite, mas ampliou o controle sobre a prescrição e sobre a utilização do medicamento.
A Anvisa proibiu ainda a comercialização de três outros inibidores de apetite feitos a base de anfetamina: a anfepramona, o femproporex e o mazindol.

No Brasil, a venda e o uso da sibutramina já eram restritos desde 2010, quando o remédio foi incluído na lista de medicamentos “B2″, que necessitam de receitas especiais para serem solicitados pelos médicos. Agora, a partir da decisão desta terça, médicos e pacientes terão também que assinar um termo de compromisso ao prescrever ou utilizar a substância.

Além disso, de acordo com a Anvisa, os laboratórios que fabricam ou comercializam sibutramina terão que fazer acompanhamento de eventuais efeitos colaterais e comunicar a Anvisa no caso de ocorrências.
A agência informou que as medidas serão acompanhadas por 12 meses e que, após esse período, a comercialização do produto voltará a ser discutida.
3256594 300x272 Sibutramina, Anvisa mantém venda, mas restringe uso de emagrecedor polêmicoNo âmbito da Anvisa, não cabe recurso à decisão, mas as empresas que fabricam e comercializam os inibidores de apetite podem recorrer à Justiça.
De acordo com a Anvisa, as farmácias terão prazo de 60 dias para retirar os produtos proibidos do mercado. Conforme a Anvisa, os estabelecimentos que mantiverem a comercialização poderão ser interditados ou multados em valores que vão desde R$ 2 mil a um R$ 1,5 milhão.
De acordo com o representante do Conselho Federal de Medicina, Dimitri Gabriel Omar, a decisão da Anvisa de proibir os três inibidores vai estimular a ilegalidade e prejudicar o tratamento de obesos. Sobre ampliar a restrição à sibutramina, ele afirmou que se trata de “interferência indevida” no trabalho dos médicos e que vai recorrer à Justiça.

Relatório

O relatório de 700 páginas produzido pela Anvisa aponta que os benefícios da perda de peso causados pela utilização da anfepramona, do femproporex e do mazindol não superariam os riscos, tais como problemas cardíacos. O relatório diz ainda que não há dados técnicos e científicos que comprovem a eficácia e segurança destas substâncias no controle da obesidade.
Os inibidores de apetite atuam em uma região do cérebro conhecida como hipotálamo, que regula a sensação de fome e de saciedade.
Quanto à sibutramina, o relatório diz que o registro da substância cumpriu os requisitos de eficácia, “gerando desfecho clínico da perda de peso” e com “relação benefício-risco favorável”. Sendo assim, a Anvisa permitirá que a substância possa ser comercializada com algumas restrições, tais como controle na prescrição médica para minimizar riscos.
O relatório aponta que a sibutramina pode ser utilizada em pacientes obesos sem história de doença cardiovascular e que não conseguem aderir a programas de emagrecimento; com diabetes ou intolerância à glicose; dislipedêmicos; hiperuricêmicos; mulheres com ovários policísticos e pacientes com hepatite não alcoólica.
De acordo com o relatório, a Anvisa recomenda que a utilização da sibutramina seja suspensa caso o paciente não responda ao tratamento no período de quatro semanas.

Exterior

A venda de remédios para emagrecer com sibutramina foi proibida pela agência reguladora de remédios na Europa no início de 2010. A entidade alegou, na época, que trabalhos científicos apontavam o aumento do risco de problemas cardiovasculares em pacientes que usaram a sibutramina.
5cd1f sibutramina 300x283 Sibutramina, Anvisa mantém venda, mas restringe uso de emagrecedor polêmicoConhecido como Scout, o estudo que levou a agência reguladora europeia a banir o medicamento contou com 9 mil pacientes obesos, monitorados durante 5 anos – parte deles recebeu sibutramina e outra parte tomou uma medicação sem efeito (placebo). Todos os integrantes da pesquisa passaram por dieta e praticavam exercícios físicos.
No caso dos Estados Unidos, a agência reguladora de alimentos (FDA, na sigla em inglês) também recomendou o fim do uso do medicamento. Com isso, a Abbott, empresa responsável pela venda da sibutramina, retirou o produto do mercado. Canadá e Austrália também são países onde o comércio da droga é vetado.

Proibição da sibutramina voltará a ser debatida em 1 ano, diz Anvisa

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, afirmou nesta terça-feira (4) que comercialização da sibutramina, um dos remédios mais vendidos que atuam na redução do apetite, ficará em observação durante 12 meses. A diretoria da agência decidiu nesta terça ampliar o controle sobre a prescrição e sobre a utilização do medicamento.
Conforme Barbano, daqui a um ano será feita uma nova avaliação sobre a proibição ou não da venda da sibutramina. “Em 12 meses teremos as informações necessárias para saber se a decisão que tomamos hoje é a melhor ou se ainda restam dúvidas a ser esclarecidas.”

Fonte:
Globo.com / Corpo em Foco

Comendo sem culpa!

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Devorar uma caixa de bombons, se render a mais de uma fatia daquele bolo de festa ou repetir uma, duas, três rodadas de chope no happy hour com as amigas. Quantos delitos desses você já cometeu e se sentiu culpada depois? “O sentimento também vem carregado de frustração por não conseguir cumprir uma meta”, afirma Sidney Chioro, neuropsiquiatra (SP).

Acontece que o que deveria ser encarado como um sinal de alerta acaba supervalorizado por muita gente. Decepcionadas por terem extrapolado os limites, essas pessoas se sentem derrotadas e decidem descontar a tristeza na comida. Resultado: a autoestima vai lá para baixo e o ponteiro da balança, para cima. “Para dar um basta neste comportamento, é preciso aceitar que assim como qualquer outra pessoa, você comete deslizes. Porém, esses erros podem e devem ser perdoados. Uma boa saída é adotar a lei da compensação com disciplina, mas sem paranoias”, ensina o especialista.

Se você faz parte do grupo de mulheres que vivem se deparando com o sentimento de frustração, e por isso estacionam no meio do caminho, chegou a hora de virar o jogo de vez. Saiba identificar a sua real parcela de culpa e aprenda a lidar com a situação.

Cometi um deslize, mas…
Posso e vou correr atrás do prejuízo. Acredite, pensar assim é mil vezes melhor do que ficar se punindo. É que, como já falamos, a culpa é como um botão que ativa uma espécie de círculo vicioso. “Frustrada, você acaba procurando a comida como ferramenta de compensação e aumenta o deslize. Ou mais do que isso, fica tentada a desistir de vez do regime, pois chega à conclusão de que já prejudicou o processo de emagrecimento, mesmo”, diz Maura de albanesi, psicóloga e especialista em Neurolinguística (Sp). tudo é reversível, tá? Se comeu uma fatia de torta a mais, estique o tempo de prática da esteira, por exemplo. Ou então diminua a porção que vai comer na próxima refeição. De pouquinho em pouquinho, você salda a dívida com sua dieta e coloca tudo nos eixos novamente. Até mesmo suas curvas.

Muita gente faz da culpa uma justificativa para ir mais a fundo nos exageros com pensamentos do tipo: “já estraguei tudo mesmo”. Não caia nessa!

Dê um up na autoestima
Para enfrentar as tentações – e aceitar as escapadelas – é essencial também que você se sinta bem com o seu corpo. Você pode até perder essa noção, vez ou outra, mas a verdade é a seguinte: ainda que busquemos melhoras, todas nós temos características pessoais dignas de orgulho. Então, trate de se sentir bonita! “olhe-se no espelho e observe sua imagem. Com certeza vai encontrar uma parte do seu corpo que admira. Por isso, explore o que você tem de melhor”, aconselha Sidney Chioro. Tem um colo impecável? Aposte no decote! As pernas estão poderosas? Deixe-as de fora! Quem só vê os defeitos fica sem forças para contornar as adversidades e ir atrás do que deseja. Portanto, já sabe: otimismo já!

Prazeres permitidos
Liberar alguns deleites, de vez em quando, é necessário para que o projeto corpo enxuto não vire uma tortura. “O segredo é não exagerar na quantidade e na frequência com que você coloca os alimentos calóricos na sua vida”, ensina Beatriz Botéquio de Moraes, nutricionista da Equilibrium consultoria em Saúde e Nutrição (Sp). Foi à academia todos os dias da semana? Que tal se parabenizar saboreando um brigadeiro, mordida por mordida? “E se não resistiu à tentação e comeu mais que um docinho, nada de remorso”, alerta Beatriz Moraes. Mas pense bem antes de sair por aí movida pela gula. afinal, recuperar-se de um deslize é até simples, mas de um atrás do outro, fica bem mais difícil…

Argumentos poderosos!
Já experimentou o delicioso sabor de vitória de ir a uma festa e conseguir recusar uma taça de champanhe? parece que sua autoestima ganha mil pontos, não é mesmo? “para não ceder às tentações é preciso lembrar por que você quer emagrecer. podem ser razões como voltar a usar o vestido que você adora e há tempos está apertado, chamar a atenção daquele gato… tendo essas coisas em mente, com clareza, você se sente mais forte e motivada”, explica Maura de Albanesi. A gente tem certeza de que, ficar em paz com seu corpo, é uma justificativa da melhor qualidade. Isso sem contar a alegria de vestir um modelo justinho, sem receio, e receber um elogio do parceiro ou pedir à atendente da loja um número menor porque a saia que você levou ao provador ficou larga demais…

Culpada ou inocente?
Algumas escapadinhas não são tão ruins e não devem virar motivo de chateação. Outras, um pouco mais graves, merecem atenção especial, para que não se repitam e acabem levando seu plano de dieta ao fracasso. Na dúvida se o seu deslize pode ou não ser absolvido? A gente dá o veredicto…

Se não resistiu à tentação e comeu aquele biscoito recheado crocante
“Os lanches são importantíssimos, porque diminuem o risco de chegar louca de fome ao almoço ou jantar, além de manter o metabolismo ativo”, explica Beatriz de Moraes. Quando sentir aquela vontade desesperada por uma guloseima, esse é o melhor momento. A flexibilidade evita que a vontade de comer algo fora do cardápio se torne uma tortura, o que coloca o plano de emagrecimento em risco. Mas atenção: reserve, no máximo, 10% das calorias diárias para esse pecadinho. E vá com calma: cometa esse deslize às vezes. O melhor é incorporar à sua rotina lanchinhos saudáveis, como frutas, castanhas e iogurtes, ok?

Se para acelerar a perda de peso decidiu ir para a cama sem jantar
O corpo também queima calorias durante o sono e, portanto, precisa de nutrientes para manter suas funções vitais no período noturno. Sem alimento, o gasto energético basal (aquele que ocorre mesmo quando você está parada) fica comprometido. Resultado: acostumado à baixa ingestão alimentar à noite, o organismo preserva a gordura como combustível, dificultando o emagrecimento. “E você ainda corre o risco de descontar a abstinência, horas depois, exagerando em alimentos mais calóricos e nem sempre nutritivos”, alerta Roseli Rossi, nutricionista (SP). Então, já sabe, nada de deitar de barriga vazia. É só pegar leve no menu.

Se brigou com o namorado e afogou a carência em uma barra de chocolate
Afinal, isso não vai resolver seu problema. “Quando sentir necessidade de recorrer ao chocolate, mesmo que seja como fonte de prazer, escolha um bombom pequeno. E em vez de mastigá-lo, deixe que derreta lentamente na boca, para saborear de verdade”, aconselha Roseli Rossi. Mas voltando à origem do problema: a delícia pode até disfarçar seu descontentamento com o gato por um tempinho, mas depois voltará a incomodar. E para não ter de devorar outro doce, melhor agir direto na fonte: converse com ele e esclareça tudo.

Se para secar até o fim de semana você foi para a academia sem comer nada
É preciso alimentar-se antes de malhar. Quando você treina de barriga vazia, queima músculos e poupa gordura. Não é esse seu objetivo, certo? Por isso, coma uma fatia de pão integral com queijo ou uma fruta, alimentos que oferecem energia rápida. Assim, você também garante disposição para uma aula mais puxada e caprichada.

Se sentiu uma fome danada durante a tarde e devorou um pacote inteiro de biscoito light
O termo “light” se aplica aos alimentos que contêm menor quantidade de gordura ou calorias que a sua versão normal, por exemplo: a maionese light engorda menos que a maionese comum. Mas isso não quer dizer que ela não seja calórica. Por isso, esses alimentos também devem ser consumidos com moderação. Vá com calma e atente-se às informações contidas nos rótulos, para não fugir da sua cota diária de calorias.

Se comeu um sanduíche de atum no jantar
“Muitas pessoas pensam que comer carboidratos como pão, arroz ou batata após as 18 horas é proibido. Não é bem assim. Durante a noite o metabolismo realmente apresenta menor atividade, mas o corpo continua funcionando até quando você dorme. Não há diferença se você consumir carboidrato de dia ou de noite, desde que ele esteja em quantidade adequada ao longo do dia”, ensina Beatriz de Moraes. Por isso, como o seu sanduíche tem baixo valor calórico, você está absolvida. Só tome cuidado para não errar a mão nos acompanhamentos engordativos, como molhos, por exemplo.

Fonte: Revista Corpo a Corpo

Liraglutida para emagrecer: cuidado!

O alvoroço criado nas últimas semanas em torno do remédio Victoza é uma notícia absurda. Por qualquer ângulo que se olhe. Poderia ser recortada e ganhar um lugar de destaque nos álbuns de bizarrices do argentino amargurado. Acompanhe comigo:

Um laboratório chamado Novo Nordisk lança um remédio. Ele é aprovado apenas para controlar o diabetes tipo 2. É um medicamento biológico, criado por um processo altamente complexo e inovador. Não se anime com a palavra. Inovador, nesse caso, significa que ninguém sabe muito bem o que pode acontecer no longo prazo. O remédio, cuja substância ativa é a liraglutida, precisa ser injetado diariamente na barriga ou no braço. O tratamento custa, em média, R$ 500 por mês. Em nenhum lugar do mundo o fabricante pede autorização às agências regulatórias para vender o medicamento como emagrecedor.

Adoraria pedir. Não pede por uma simples razão: embora os estudos clínicos iniciais tenham revelado que a droga pode provocar perda de peso, eles não foram capazes (ainda) de comprovar a eficácia do remédio para esse fim. E o mais importante: não se sabem quais são os efeitos colaterais e os possíveis danos à saúde.

Se um laboratório tentar pedir tal autorização às agências regulatórias (FDA, EMEA, Anvisa ou qualquer outra) sem apresentar as comprovações necessárias, vai receber um redondo “Não”. E ainda sair do episódio com a pecha de irresponsável.

Apesar disso, médicos brasileiros começam a receitar o remédio a pacientes desesperados por emagrecer. Não o indicam apenas aos obesos mórbidos, que correm evidente risco de morte. Gente que está apenas alguns quilos acima do peso normal corre aos consultórios – principalmente depois que o medicamento é divulgado na imprensa com a promessa de emagrecimento fácil, rápido e “sem grandes efeitos colaterais”.

Quem acompanha a área sabe que a coisa é muito mais complexa. Na reportagem de capa do dia 16 julho, ÉPOCA publicou o depoimento nada animador da enfermeira Silvana Bonfiglioli, de 47 anos, que usava o Victoza na tentativa de controlar o peso. “Os efeitos colaterais são muito piores que os da sibutramina. Estou tomando há um mês e sinto muito enjoo”, disse. Ela não sabia se valia a pena continuar.

Segundo um alerta da Anvisa, os efeitos colaterais podem ser muito mais graves. “Nos estudos clínicos do registro e nos relatórios apresentados à Anvisa foram relatados eventos adversos associados ao Victoza, sendo os mais freqüentes: hipoglicemia, dores de cabeça, náusea e diarréia. Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e distúrbios da tireóide, como nódulos e casos de urticária.”

Em outro trecho do alerta, a Anvisa ressalta: “Outra questão de risco associada aos produtos biológicos são as reações de imunogenicidade, que podem variar desde alergia e anafilaxia até efeitos inesperados mais graves. No caso da liraglutida a mesma apresentou um perfil de imunogenicidade aceitável para a indicação como antidiabético, o que não pode ser extrapolado para outras indicações não estudadas, por ausência de dados científicos de segurança neste caso.”

E conclui: “A Anvisa não reconhece a indicação do Victoza para qualquer utilização terapêutica diferente da aprovada e afirma que o uso do produto para qualquer outra finalidade que não seja como anti-diabético caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população.”

O ímpeto que leva tanta gente a arriscar a vida pode ser explicado pelo fascínio pela novidade. O novo, em várias áreas do consumo, costuma ser melhor que o velho. Na medicina, a lógica é outra.

Remédio bom é remédio velho. Aquele que, depois de ser usado por gerações e gerações, se mostrou reconhecidamente eficaz e seguro. A menos que a pessoa sofra de uma doença terminal e incurável, não faz o menor sentido usar uma droga experimental nas condições absurdas em que o Victoza está sendo usado. Arriscar-se tanto para perder uns quilinhos?

Quem compra um remédio que não foi aprovado para o fim desejado é cobaia. No caso do Victoza, é cobaia de luxo. O sujeito confessa que usa o remédio com uma ponta de orgulho. Afinal, são poucos os que podem pagar R$ 500 por umas injeções modernas que são a nova promessa de emagrecimento.

As cobaias de luxo estão mais desprotegidas que os ratinhos pelados de laboratório. Aqueles que cortam o coração dos partidários do fim das pesquisas com animais. Os bichinhos contam com ONGs bem organizadas que saem em defesa de seus direitos.

Seres humanos que participam de estudos clínicos controlados (fundamentais para o desenvolvimento de novas drogas e para o avanço da ciência) também são protegidos por normas rígidas. São informados de todos os riscos, recebem assistência médica se algo der errado e, obviamente, não pagam pelas drogas experimentais que ingerem.

As cobaias de luxo estão na pior condição possível. São a escória da escória. Onde já se viu pagar (caro) por uma droga que ninguém sabe se funciona e que danos pode provocar? Se der tudo errado, vão reclamar para quem? O fabricante não pode ser responsabilizado pelo uso indevido de um de seus produtos. Se o remédio não tem aprovação da Anvisa, ela também não tem culpa. Talvez o médico pudesse ser enquadrado de alguma forma. Mas o profissional que se arrisca tanto desse jeito só o faz porque sabe se defender. Ao paciente, talvez reste reclamar para o bispo.

É curioso observar como pessoas céticas em vários campos da vida se deixam levar por tantas promessas de emagrecimento fácil. O obeso desconfia do corretor que lhe oferece um investimento maravilhoso, não cai na lábia do operador de telemarketing mais habilidoso, não se rende à chantagem emocional da mulher ou do marido. Mas se o médico ou o vendedor de ervas do Viaduto Santa Efigênia lhe oferece um elixir qualquer (tecnológico ou não) seus olhinhos brilham.

Estou convencida de que, para muitos obesos, não falta informação. Parece que o senso crítico deles fica rebaixado quando o assunto é emagrecimento. Parece que gostam de se enganar e de sentir enganados.

Como explicar esse fenômeno? Mais uma vez tive o prazer de conversar com a psicóloga Patricia Vieira Spada, autora do livro Obesidade e sofrimento psíquico: realidade, conscientização e prevenção (Editora Unifesp).

Segundo ela, acreditar em fórmulas mágicas, querer resolver as coisas com rapidez é uma forma de não se confrontar com as questões psíquicas que contribuem para a obesidade. “Todos os distúrbios alimentares (obesidade, bulimia, anorexia, etc) estão diretamente ligados ao afeto. Começamos a conhecer o mundo pela alimentação, mamando no peito da mãe. A partir dessa primeira relação com a mãe e com a alimentação muitas questões vão se desenvolver”, diz Patrícia.

“A comida funciona como um grande colo para as pessoas que têm dificuldade de lidar com frustrações. Elas correm para o chocolate, para o fast-food, para os pacotes de bolacha. Essa frustração pode ser algo extremo (a morte de uma pessoa querida, a demissão ou a perda de um namorado) ou algo muito corriqueiro. Não existe sofrimento sem importância”, diz ela.

O obesidade é determinada por diversos fatores. Mas se uma frustração (pequena ou grande) faz a pessoa sofrer, esse sofrimento precisa ser valorizado e investigado. Fortalecido emocionalmente, o obeso terá mais condições de se defender das falsas promessas. Infelizmente, elas são muitas.

Por CRISTIANE SEGATTO da Revista Época.

ps: anteriormente publiquei um post um tantoparentemente animador, onde dizia que a ‘dita’ fazia milagres e etc. Este post está AQUI. Porém esse blog é a favor do que faz bem a saúde, do que é saudável e acima de tudo, natural. Por isso não quero me contradizer publicando um post contra o medicamenro em questão, quero apenas abrir os olhos da população e mostrar as duas ou mais faces desse remedinho que está no auge dos seus 15 minutos de fama – e que pode não ser tão bom assim como dizem.


E vejo flores em você…

https://ninassweet.files.wordpress.com/2011/09/tumblr_lmjvcgcdyf1ql961bo1_500_large.jpg?w=300Devo admitir, esse lance de floral,  florido, floriado está vindo com tudo nessa primavera / verão. Está bem difícil encontrar algo liso ou com alguma estampa diferente por aqui – cidade pequena. Tudo tem flor! E é até bonito, eu é que sou meio ”atrasada” pra essas coisas. Algumas estampas eu acho menininha demais, outras romanticas demais (flor e renda dá nisso né), e outras são gritantes, do tipo: olha eu aqui!

Bom, tem pra todos os gostos e não está difícil estar na moda, aposto que você já deve ter no seu guarda – roupa algum vestidinho com essa doce estampa. Pode ser florzinha pequenininha, florzão grandão, (quantos pecados ‘literários’ num poste só), então quem sabe nem dinheiro você vai precisar gastar pra estar linda nesse verão 2011 / 2012.

Deixo vocês com algumas fotos, inspire-se!

Foto: reprodução/ We Heart It via favim.com
Foto: reprodução/ We Heart It via tumblr
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Desfile da coleção D&G na Semana da Moda de Milão:

Fonte: Alice Monteiro (desfile D&G)


Liraglutida – Novo medicamento que literalmente EMAGRECE!

Liraglutida é a nova terapêutica para diabete tipo 2 e mais: EMAGRECE!!!

Nova, revolucionarna pilula skida 10 kg u šest mjeseci

Quem convive com diabete tipo 2, versão da doença que acomete cerca de 90% dos portadores, já pode contar com uma nova terapia da Novo Nordisk que acaba de chegar às redes de farmácias e drogarias brasileiras.

Trata-se de liraglutida (nome comercial Victoza), medicação que é destinada aos pacientes com mais de 18 anos e que proporciona não só o controle glicêmico, mas também promove perda de peso (média de 3 kg), redução significativa da pressão arterial e melhora da função das células beta, responsáveis por sintetizar e secretar a insulina.

Liraglutida, vale explicar, é um análogo do hormônio GLP-1 (produzido no intestino quando a pessoa come, ele ajuda o organismo a fabricar insulina e aproveitar a glicose) e possui 97% da identidade de sequência de aminoácidos de GLP-1 nativo.

O medicamento age no pâncreas estimulando a liberação de insulina apenas quando os níveis de açúcar no sangue estão altos. Ou seja: está associado ao baixo risco de hipoglicemia. Além disso, o medicamento é metabolizado naturalmente pelo organismo e não possui excreção renal.

A aplicação de liraglutida se dá através de uma caneta de injeção subcutânea, uma vez ao dia, no horário mais conveniente para o paciente – uma vez determinado o horário, deve ser repetido para a manutenção do intervalo de 24 horas. Além disso, ao ser aberto, o medicamento tem validade de 30 dias e não necessita de armazenamento refrigerado.

“O fato de liraglutida promover um controle da pressão arterial, além de favorecer a perda de peso por retardar o esvaziamento gástrico e aumentar a sensação de saciedade após as refeições, torna-o um medicamento diferenciado”, diz o diretor médico da Novo Nordisk, Marcelo Freire. Ele ressalta que tanto a hipertensão arterial como o sobrepeso são fatores de risco comumente associados à diabete e responsáveis por complicações graves.

Vale informar que liraglutida foi aprovado nos Estados Unidos, pela Food and Drug Administration, em 25 de janeiro de 2010. Por lá, já é comercializado, assim como no Canadá, na Alemanha, no Reino Unido, na França, na Itália, na Dinamarca, na Irlanda, na Noruega, na Polônia, na Áustria, no Japão, em Israel, no México, na Argentina, na Arábia Saudita, em Omã e na China.

A medicação também recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho de 2010.

PESQUISA – O programa de estudos clínicos Ação e Efeito de Liraglutida no Diabetes (Lead, em inglês) testou exaustivamante a eficácia e segurança de liraglutida (Victoza).

Mais de 4,4 mil pacientes de 40 países em todo o mundo foram reunidos em cinco estudos, que compararam diretamente liraglutida aos tratamentos de diabete normalmente utilizados com glimepirida, rosiglitazona, insulina glargina e exenatida.

Os principais achados dos estudos Lead apontam que o tratamento com liraglutida em todos os casos resultou em superior controle do açúcar no sangue. O percentual de pacientes que atingiu a meta da Associação Americana de Diabetes (ADA, em inglês) dos níveis de açúcar no sangue foi significativamente mais alto com todas as doses de liraglutida em todas as comparações.

A perda de peso média também foi maior no grupo com liraglutida comparado com os outros grupos. No grupo da insulina glargina, por exemplo, o peso aumentou em torno de 1,6 kg.

ps: O emagrecimento pode ser de até 12kg em cinco meses sem mudanças na dieta, porém, em consultórios brasileiro já se obteve perdas de 11 kg em dois meses. Uauu!

Fonte: Casa Saudável e Revista Veja

…emagrecendo até o fim do ano fácil fácil!

Faltam 20 semanas para acabar o ano!

  •   Se você emagrecer 0,5 kg por semana : Irá emagrecer 10kg até o final do ano!!

  • Se emagrecer 1 kg por semana : Ira emagrecer 20 kg…até o final do ano!! UAU!!!

  •   Se emagrecer 300g míseras graminhas : mesmo assim irá emagrecer 6 kg até o final do ano!!

 

ps: Há cerca de 3.500 calorias em meio quilo de gordura.

O que é que isso significa? Para cada 3.500 calorias extras que você consome e seu corpo não queimar, você ganha meio quilo de gordura.

Ao mesmo tempo, significa também que para cada 3.500 calorias extras que o seu corpo queime, você vai perder meio quilo de gordura.

Veja o que isso significa para você. Se você consumir menos 500 calorias por dia e, assim, criar um déficit calórico diário de 500 calorias, vai acabar criando um déficit de 3.500 calorias ao final da semana (500 calorias por dia x 7 dias na semana = 3500 déficit calórico total).

E, há cerca de 3500 calorias em meio quilo de gordura, seguindo essa logica, isso irá resultar em meio quilo de gordura a ser perdido por semana. E, uma vez que o ritmo de perda de peso ideal é de meio a 1 kilo por semana, esse déficit de 500 calorias por dia colocá-lo dentro do ritmo recomendado.

Adicione alguns exercícios, e irá lhe trazer mais perto da extremidade de 1 kilo a 1,5kg perdidos por semana.

É também por isso que você nunca deve reduzir calorias demais. Fazer pequenas e progressivas adaptações para o seu consumo calórico é a forma mais segura de emagrecer e da forma como deve ser sempre feito. Esta é outra razão para que as adaptações sejam de 500 calorias diárias em vez de um número muito mais elevado. Isso tudo é para uma finalidade de tornar o emgracimento mais seguro e saudável. Não é muito lento, não muito rápido.

Fonte:  80 Dias Para Emagrecer / aprendaaemagrecer.com

10 dicas para eliminar os vilões da DIETA!

Conheça os alimentos que contribuem para a formação da gordura abdominal e tente evitá-los:

Alimentos com gordura trans.
Apesar da campanha para que ela desapareça das prateleiras, ainda há alguns produtos que a usam em sua composição. É o tipo de ácido graxo que vai diretamente para a cintura.


 Refrigerantes.
Um copo contém quatro colheres de sopa de açúcar. “Isso faz com que a glicemia suba rapidamente, gerando mais energia do que o corpo é capaz de utilizar ao mesmo tempo. O excesso dessa energia irá se transformar em triglicerídeos e posteriormente em gordura abdominal”, explica a nutricionista Inty Davidson, de São Paulo.


Bebidas alcoólicas.
As piores são as destiladas, que têm uma alta dosagem alcoólica, o que aumenta a glicemia.


Frituras de imersão, Como batata frita e bife À milanesa.
Esses alimentos ficam com quase o dobro de calorias em relação à versão assada ou cozida. Então, mesmo que você coma pouco, eles gerarão muitas calorias.


Pizza.
A massa é feita com muita farinha refinada, de digestão rápida, que também provoca elevação acima do normal da glicemia. Além disso, costuma ser acompanhada por queijo e molho, fontes de gorduras ruins .


Macarrão.
Normalmente comemos em quantidade maior do outro carboidrato, o arroz. Não é incomum consumir os dois na mesma refeição, e carboidrato em excesso é sinal de glicemia também exagerada e acúmulo de gordura na cintura..

Foto de mulher gorda emagrecendo

Doces.

Ricos em açúcar – que eleva a glicemia e a energia extra se acumula na cintura -, normalmente também vêm acompanhados de gordura.

 

Creme de leite.
É rico em gordura saturada, que eleva o colesterol e se acumula na cintura.


Gordura animal.
Bacon, carne vermelha, manteiga e queijos amarelos aumentam a adiposidade do corpo.


Leite.
Algumas pessoas têm intolerância à lactose, o que pode provocar a formação de gases. Nesse caso, portanto, não é gordura que se acumula na região do abdome.

Fonte: Viva Saúde

 

Culpa da gordura que você coloca no prato!

https://ninassweet.files.wordpress.com/2011/08/buteco.jpg?w=300Talvez eu tenha encontrado o motivo do meu ”desrregulamento” alimentar, o porquê dessa fome de leão que me rendeu VÁRIOS quilos a mais nesses ultimos meses. Culpa da gordura! Daquela querida que está na manteiga, no sorvete, na batata frita, frango frito, na do churrasco, do queijo amarelo…e por aí vai. Claro que me refiro a saturada, e não das boazinhas que estão nas amendoas e cia.

Peço encarecidamente que dê atenção ao texto abaixo. Ele pode mudar um pouco sua visão e esclarecer algumas  dúvidas sobre os carboidratos – que na pesquisa são até queridos – e sobre as gorduras que consumimos diariamente.

O prato ao lado frequenta a mesa dos brasileiros com assiduidade. É certo que ele tem lá suas benesses — afinal de contas, estão aí muitos dos ingredientes necessários para uma alimentação salutar. Mas essa refeição dificulta, sim, as tentativas de afinar a cintura. Agora vem a pergunta: por quê? Muitos, em busca de uma resposta rápida, irão atrás do total de calorias presentes nesse cardápio tipicamente verde-amarelo. E o número em questão deve ser considerado, porém está longe de ser o único fator na matemática do emagrecimento.
Uma revisão de inúmeros artigos feita na Universidade de São Paulo (USP) mostra que comidas gordurosas se transformam em pneuzinhos com mais rapidez do que as ricas em carboidrato, mesmo quando o índice calórico das duas é similar. “O risco de conversão em gordura corporal, no primeiro caso, é de 96%, contra apenas 46% no segundo”, aponta a nutricionista Patrícia Lopes de Campos Ferraz, uma das pesquisadoras que assinaram o estudo. Mais: a gente precisa — sim, precisa! — de carboidrato para acabar com a pança. “Um subproduto dele é essencial na quebra de lipídios no organismo”, ressalta Antônio Herbert Lancha Júnior, outro autor do trabalho e coordenador do Laboratório de Nutrição e Metabolismos Aplicados à Atividade Motora da USP. Sem esse nutriente, o corpo é obrigado a usar substratos provenientes da degradação dos músculos para dar cabo da adiposidade. Ou seja, cortar calorias sem ficar atento ao que está sendo tirado da bandeja pode resultar em perda de musculatura — um verdadeiro tiro no pé. O ponteiro da balança cai, mas a barriga saliente continua lá, incólume. “É por essas e por outras que emagrecer não é só sinônimo de perder peso”, arremata Lancha Júnior.

Recentemente, o Vigilantes do Peso reformulou sua proposta dietética. Isso ocorreu justamente porque integrantes do programa de emagrecimento, um dos mais conhecidos do mundo, verifi caram uma margem de erro de nada menos que 25% nos cálculos que só levam em conta o consumo calórico. Um dos maiores motivos para isso atende pelo nome de termogênese alimentar.

“Cada alimento exige um gasto energético diferente para ser digerido”, explica o endocrinologista Márcio Mancini, responsável pelo Grupo de Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O carboidrato, por exemplo, requer que o organismo queime até 20% das calorias desse nutriente para que ele próprio seja armazenado. Já com a gordura, isso gira em torno de 3%.” É por isso que não dá para focar apenas em um item da tabela nutricional impressa no rótulo dos produtos.

O emagrecimento, contudo, não se limita a equações energéticas. O nosso apetite também infl ui, e muito, no sucesso de qualquer regime. E itens gordurosos como um toucinho desregulam a vontade de comer. Aqui vale deixar bem claro que estamos falando de um tipo específico de gordura: a saturada. “Em excesso, ela ativa o sistema imunológico, causando infl amações por todo o corpo, inclusive na cabeça”, explica Marciane Milanski, nutricionista da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Essa resposta do organismo, por sua vez, difi culta a ação da leptina e da insulina, substâncias que, quando agem na massa cinzenta, trazem a sensação de saciedade. Resultado: você ganha uma fome de leão e, aí, fi ca complicado resistir a doces, batatas fritas e pizzas.

comida di buteco belo horizontePara piorar, uma dieta recheada com esse ácido graxo em longo prazo desequilibra a atuação de hormônios gastrintestinais responsáveis por quanto ingerimos durante uma refeição. Essa é a porta de entrada para porções cada vez mais fartas e, consequentemente, mais engordativas. Que fique claro: ninguém está pedindo para banir a gordura do cardápio — sem radicalismos, lembra-se? O que os especialistas sugerem é diminuir sua importância no prato e priorizar as versões mais saudáveis. Pode parecer impossível, porém algumas delas até ajudam a conquistar aquela desejada barriga chapada.

Um regime equilibrado não é feito apenas de limitações. Há elementos que devem ser contemplados em porções signifi cativas para esculpir o corpo e, mais importante do que isso, para garantir que a cintura permaneça assim por anos a fi o. Pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, deixaram isso bem claro. Eles selecionaram 773 adultos que haviam emagrecido recentemente e pediram que uma parte deles seguisse uma dieta rica em proteínas por 26 semanas. O restante se alimentou com poucas fontes do nutriente, preocupando-se somente com calorias e, em menor grau, com as gorduras. Conclusão: a maioria dos integrantes do primeiro grupo se manteve nos trinques, enquanto, no segundo, muitos indivíduos voltaram a apresentar aquela barriguinha saliente.

“A proteína gera muita saciedade e é formadora de músculos, que naturalmente elevam o nosso gasto energético”, aponta Beatriz Botéquio de Moraes, nutricionista da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. “O ideal é que ela entre na alimentação por meio de fontes pouco gordurosas, como a soja ou as carnes magras”, sugere. Entretanto, diferentemente do que muitos malhadores de academia pensam, não adianta nada engolir bifes e mais bifes para ficar sarado. Na verdade, o corpo só consegue processar determinada quantidade da substância — em média, 1 grama por quilo de peso corporal. Em longo prazo, o excesso pode culminar em problemas nos rins. Outra coisa que precisa frequentar nosso estômago são as fibras. “Elas retardam o esvaziamento gástrico e diminuem os picos de insulina após uma refeição”, pontua a nutricionista Denise Machado Mourão, do Grupo de Estudos em Nutrição e Obesidade da Universidade Federal de Viçosa, no interior de Minas Gerais. Isso quer dizer que, além de acabarem com o apetite desmedido, ainda mantêm o hormônio em níveis adequados. Explica-se: em doses controladas, ele transmite o sinal de que é hora de parar de comer. Mas, em abundância, enche o estoque de gordura. Para recorrer às fi bras, é fácil. Basta investir em frutas, legumes, verduras e cereais integrais — e é por isso que o arroz com um tom mais escuro entra no prato ao lado.

Muita gente também se esquece dos minerais. “Sem eles, é como se o seu corpo fosse um carro possante, zeroquilômetro, mas sem nenhum óleo para lubrifi cação. Daí, ele pifa”, alerta Denise. Começam, inclusive, a surgir trabalhos científi cos relacionando o cálcio a um abdômen liso. “Uma das teorias é que esse nutriente dos laticínios participe do processo de quebra de gorduras”, esclarece Durval Ribas Filho, da Abran.

Pode soar estranho, porém o sucesso de qualquer regime não depende só do que ingerimos. A distribuição de refeições ao longo do dia pode fazer toda a diferença quando o assunto é emagrecimento. “É importante se alimentar muitas vezes, com porções controladas. Caso contrário, o corpo entende que está faltando comida no ambiente e passa a trabalhar em um ritmo mais lento”, reforça Lancha Júnior. Por falar em ritmo lento, quem tenta debelar a obesidade sem sair do sofá dificilmente conseguirá resultados realmente satisfatórios. É aquela velha história: a pessoa pode até perder peso, mas ao custo de ver toda a musculatura definhar. Além de um corpo magro, mas com barriga, e flácido, o maior problema disso é que, com menos músculos, o gasto energético decai. Aí, qualquer pequeno exagero à mesa repercute com intensidade acima dos quadris. “Isso sem contar que o exercício físico aumenta a adesão aos regimes”, complementa o bioquímico Roberto Carlos Burini, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, no interior paulista.

Já que prestar atenção somente no peso não é uma maneira confiável de medir o emagrecimento, a balança deve ser utilizada, no máximo, como mais uma entre outras referências. Médicos e nutricionistas determinam a quantidade de gordura corporal por meio de exames complexos, como a bioimpedância. Nesse teste, eletrodos são fixados pelo corpo e a velocidade com que um impulso elétrico demora a chegar de um ponto a outro ajuda a fornecer esse dado. Mas sejamos sinceros: é complicado e até caro refazer essa espécie de avaliação regularmente. “Um jeito fácil e eficaz é se controlar pelas roupas”, ensina Lancha Júnior. Se você entrar naquela calça antes apertada demais, é um bom sinal!

DEPOIS DE TRÊS HORAS SEM COLOCAR ALGO NO ESTÔMAGO, SEU ORGANISMO JÁ DIMINUI O PRÓPRIO GASTO ENERGÉTICO. LANCHES LEVES E FI BROSOS, COMO UMA MAÇÃ, SÃO BOAS ALTERNATIVAS PARA FUGIR DESSA ENRASCADA.

SEM NENHUM RADICALISMO

Muitas são as dietas que pregam a proibição de um nutriente específi co. Por serem facilmente assimiladas — basta limar alguns alimentos —, acabam caindo na boca do povo. “Todos procuram a solução mágica, mas isso está por trás de vários problemas”, destaca o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Um deles, acredite ou não, é o acréscimo de quilos indesejados. Isso porque o desequilíbrio vindo das restrições exageradas, após algum tempo, diminui a efi ciência do organismo em se desfazer da massa gorda.

LEIA (TODO) O RÓTULO
Alguns produtos são bastante calóricos, mas, por outro lado, têm uma menor quantidade de gorduras saturadas ou trans. Vale a pena conferir se eles estão repletos das versões insaturadas, que, consumidas moderadamente, são benéficas para o sucesso de uma dieta. Também fique de olhos abertos para a porção indicada. Às vezes os números apresentados são pequenos, ou até nulos, mas só porque a dose é igualmente minúscula — e inviável.

LÍQUIDO OU SÓLIDO?
As frutas são belas parceiras da boa saúde, não importa a forma como são apresentadas na mesa. Agora, quando o objetivo é secar os excessos gordurosos, aposte nas versões in natura. Assim você aproveita melhor suas fibras. Para quem acha que é pouco, o suco ainda carrega mais frutose, um açúcar que, em demasia, contribui para o ganho de quilos indesejados.

POTENCIALIZE O EXERCÍCIO
Antes da atividade física, é sempre bom ingerir fontes de carboidratos simples, como uma fruta leve. “Também é necessário estar hidratado”, conta Roberto Carlos Burini, bioquímico da Unesp. Essas atitudes aumentam a resistência e, indiretamente, benefi ciam o desenvolvimento muscular. Evite fi car sem comer ou, por outro lado, engolir alimentos fi brosos e refrigerantes. Após a suadeira, lance mão de alimentos proteicos, como o peito de peru, mas sem exagerar.

OS TIPOS DE GORDURA…

 

foto reprodução

Insaturadas: desde que ingeridas com parcimônia, protegem o sistema cardiovascular das placas gordurosas. Presentes em peixes e no azeite, também combatem inflamações. Com isso, atenuam os efeitos engordativos de outras gorduras. ›› Trans: ela foi praticamente banida no Brasil. Ainda encontrada em alguns biscoitos ou margarinas, danifica a membrana das células e eleva os níveis de colesterol.

Saturadas: aparecem nas carnes gordas, no leite e em seus derivados. Como estão ligadas a problemas cardíacos, recomenda-se que não mais do que 7% das calorias ingeridas diariamente venham delas. E vale reforçar: são as que mais prejudicam tentativas de se manter em forma e de fazer um regime deslanchar.

…E DE CARBOIDRATO

Simples: ideais para aumentar a disposição, estão nas frutas e no arroz branco. A parte ruim da história é que catapultam as taxas de açúcar, algo nada bom para os diabéticos.

Complexos: eles constituem os cereais integrais e aumentam a sensação de saciedade, além de evitar picos de glicose na circulação. Para melhorar, difi cilmente se transformam em pneus ao redor do abdômen. Só não são indicados para antes dos exercícios físicos.

O EXCESSO DE CARBOIDRATOS

Por mais que eles estejam saindo do banco dos réus, é fundamental não abusar. “Indícios científicos mostram que sedentários que consomem 3 mil calorias de carboidratos por dia apresentam mais facilidade para transformá-los em gordura corporal”, avisa Lancha Júnior, do Laboratório de Nutrição e Metabolismos Aplicados à Atividade Motora da USP. O corpo se adapta a esse aporte extra e, para não desperdiçá-lo, começa a armazená-lo para eventuais tempos de escassez que, cá entre nós, dificilmente virão. A boa notícia é que, para reunir 3 mil calorias provenientes de arroz, frutas, batatas e massas, você precisará comer muito, mas muito mesmo.

Fonte: Revista Saúde é vital