Neurótica por dietas:

“Nem sei dizer quantas dietas já experimentei. Basta uma amiga emagrecer rápido e logo quero copiar o que ela fez. Meus pais e meu namorado dizem que eu não preciso, mas temo voltar a ser gordinha, como na adolescência. A preocupação deles faz sentido, eu já desmaiei duas vezes por causa de regimes radicais. Hoje, mantenho distância das “novidades” muito restritivas ou milagrosas, mas procuro sempre melhorar meu corpo. Desde os 15 anos, brigo com o peso – emagreci 10 quilos, recuperei 15, perdi mais 20. Vivo controlando a compulsão quando estou triste ou estressada, e não é nada fácil. Se escorrego, apelo para a lei da compensação: tomei sorvete à tarde? Tchau, jantar.”
CAMILA MATOS, 26 ANOS, JORNALISTA, DE SÃO PAULO

Palavra de especialista
Toda gordinha ou exgordinha morre de medo da balança. Investir em regimes drásticos pode até trazer resultados imediatos, mas não duradouros. Aí você entra na roda-viva de novo. Para quem já emagreceu, como a Camila, o que importa é atualizar a autoimagem, resgatando a confiança em si mesma. Quem não se enxerga na “nova embalagem” embarca na repetição de situações (dietas que não funcionam) e se prejudica.

Alerta
Cardápios radicais desencadeiam alterações metabólicas, gastrointestinais e cardiovasculares. No aspecto emocional, podem acionar transtornos como anorexia e bulimia. Experimente: pedir ajuda profissional para achar uma dieta que se adapte a você, e não o contrário. Tente aceitar-se mais e cobrar-se menos.

Fonte: Revista Claudia.

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