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Você deve estar pensando: por que eu não me acabo na bicicleta ergométrica ou estouro o limite do cartão de crédito em vez de me empanturrar de chocolate? A resposta é simples: nunca foi tão fácil encontrar tanta variedade de guloseimas. Não bastasse isso, a gordura, o sal e o açúcar alteram algumas funções cerebrais, gerando satisfação imediata.

É como se eles dissessem para o cérebro: “Chegou algo que dá prazer e você quer mais” ou “Você não tem namorado, mas tem chocolate, que também dá prazer”.

São comportamentos compulsivos e inconscientes. “Se fosse consciente, você saberia que o doce é para ser saboreado, e não para aliviar sofrimentos”, observa Laura Cavalcanti. “Vale lembrar que, se por um lado o ato de comer não exige esforço, a não ser da mandíbula, por outro lado fazer ginástica requer tempo e disposição, que estão cada vez mais escassos”, diz a psicóloga Larissa Campagnone, do Spa Med Sorocaba Camp, em Sorocaba (SP). E você não tem de ser vidente para saber que, depois de todo ataque à geladeira, vem uma onda de culpa. Isso acontece porque extrapolou nas calorias e não resolveu o problema e porque é exigente demais consigo mesma. “Para que esses episódios fiquem menos frequentes, é preciso, primeiro, perceber que a vida e o ser humano estão sujeitos a oscilações o tempo todo e, segundo, aprender a ser generosa para se desculpar das escorregadas”, ensina Laura. Se esses ataques à comida forem incontroláveis, procure um profissional ou grupos de ajuda.

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